terça-feira, 5 de abril de 2011

O que mudou em um ano

As mudaças que acontecem em nossas vidas, em um ano. Mas o sorriso tenta permanecer o mesmo!

Quase um uno sem escrever. Mas agora, retorno com força total!

domingo, 8 de agosto de 2010

AMEAÇA DE PERDA DA AMAZÔNIA BRASILEIRA


Prof. Marcos CoimbraConselheiro Diretor do CEBRES, Professor de Economia na e Autor do livro Brasil Soberano

Há muito tempo, neste espaço, bem como em nosso livro Brasil Soberano, em especial no seu capítulo 19, temos denunciado o real perigo de perda de parte do território nacional, em especial da Amazônia. A criminosa e traiçoeira demarcação das áreas indígenas Ianomâmi e Raposa/Serra do Sol, a assinatura, em 13 de setembro de 2007, da Declaração Universal dos Direitos dos Indígenas, aprovada pela ONU, com o voto favorável da representação brasileira e a crescente ação e reconhecimento, por parte das autoridades brasileiras, dos pretensos direitos dos quilombolas”, não são casuais. Fazem parte de um maquiavélico plano oriundo do exterior e aplicado pelos sicários a seu soldo. A partir daí a demarcação de terras indígenas assume o estágio de reservas indígenas , representando a última posição para transformação em nações indígenas. Ainda mais considerando que existe, no caso dos Ianomâmis, uma vasta região para eles, na faixa de fronteira contígua entre Venezuela e Brasil.

É evidente que não vamos perder a Amazônia de uma vez, com a direta intervenção militar de um país ou de um grupo de nações interessadas nas incomensuráveis riquezas existentes na região. A ação será efetivada como está sendo feita, de forma solerte, aos poucos, progressivamente, através da quinta coluna instalada até em órgãos governamentais, com a cumplicidade de autoridades governamentais enquistadas nos três poderes da República. O exemplo da “balcanização” da Iugoslávia e o recente reconhecimento pela ONU da independência do Kosovo abrem os precedentes perigosos. Muitas lideranças mundiais não aceitam o fato de o Brasil possuir mais de 8.500.000 km², sendo ainda detentor de recursos naturais abundantes e vitais, cobiçados por outros países, da ordem de trilhões de dólares.

Uma maneira ardilosa de alcançar seus objetivos nefastos é proceder como estão fazendo. Criando conflitos étnicos, por intermédio da racialização, discriminando brasileiros, em função da cor da pele, gerando as sementes de conflitos nunca antes existentes no país, exemplo de democracia racial para o mundo. Jogando brancos contra negros, negros contra índios e estes contra os brancos, com a imposição de cotas e a aprovação de um estatuto da igualdade social, que é de fato gerador de desigualdades sociais, atingindo violentamente o branco pobre. Incentivam o choque de fiéis de diversas religiões. Glorificam o homossexualismo. Provocam idéias separatistas em um país como o nosso, que tem apenas uma língua, sem conflitos sérios até agora, de qualquer ordem, como os existentes nos demais componentes dos BRICs. Em suma, pretendem dividir, acabar com a Paz Social para obter a desintegração do Patrimônio Nacional.

A quem interessa este caos? Nossas crianças estão saindo analfabetas funcionais após nove anos de estudo, sem conhecer elementos rudimentares de matemática e da língua portuguesa. Qualquer educador sabe que o ensino fundamental é vital e seu fortalecimento é indispensável para um sadio e promissor desenvolvimento do educando, não só no ensino médio, como também no superior. E a solução vai ser obrigar os alunos a estudar sociologia, filosofia e história da África, quando nem escrever corretamente sabem.

O jornalista Jorge Serrão em seu blog do dia 26.07.10 informa: “O Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República não vai se pronunciar oficialmente sobre um relatório reservado que recebeu da Agência Brasileira de Inteligência, advertindo sobre a real possibilidade de quebra da integridade do patrimônio nacional, com o movimento para a criação de um Estado indígena independente em Roraima. A mídia amestrada pelas verbas públicas do governo e suas estatais recebeu orientações do Palácio do Planalto para omitir do noticiário ou não jogar uma carga editorial pesada sobre o assunto. Os militares da ativa também devem manter silêncio obsequioso sobre o caso. No relatório, a Abin adverte ao GSI que governos estrangeiros e ONGs têm interesse e dão apoio ao Conselho Indígena de Roraima em sua ação para defender, abertamente, a ampliação e demarcação de outras áreas indígenas.

A Abin destaca, no relatório, que a Intenção do CIR é transformar a reserva Raposa do Sol no primeiro território autônomo indígena do Brasil. A Abin teme que o próximo Congresso (ou o atual, a toque de caixa, no apagar das luzes) ratifique a Declaração dos Direitos dos Povos Indígenas, assinada em 2007, pelo governo brasileiro, na ONU, que dá status de “independência” aos territórios indígenas”.

E acrescenta: “ que a Polícia Federal investiga possíveis abusos de violência, invasão a residências, prisões ilegais, tortura e até homicídios praticados pela milícia indígena auto-intitulada “Polícia Indígena do Alto Solimões (Piasol)”. E mais: “O próprio Exército, a Abin e a Polícia Federal também investigam uma suposta ligação dos indígenas com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), que já estão no fogo lento do debate na sucessão presidencial, pelas ligações do PT com o Foro de São Paulo, organismo que simpatiza com os narcoguerrilheiros colombianos. No Palácio do Planalto, a ordem gerada pelo Ministério da Defesa para o Forte Apache é que o Comando Militar da Amazônia não intervenha”.

Estes informes são, em grande parte, validados por um experiente militar da área de inteligência, combatente de elite e analista com vasto conhecimento do assunto, inclusive por ter servido na região em posição de destaque, a quem não nomeamos por razões óbvias. Urge que todos nós, brasileiros, além de divulgar estes fatos, lutemos para impedir sua concretização. Afinal, o Brasil é dos brasileiros! Caso permaneçamos indiferentes, ausentes, medrosos, nossos filhos terão o direito de cobrar-nos: Por que não fomos capazes de, além de doar nossas vidas em defesa do que recebemos dos nossos antepassados, dar-lhes razão para continuarem a viver desfrutando de todas estas valiosas benesses, capazes de garantir ao nosso país uma posição de destaque no cenário mundial?

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Honoré de Balzac: sapiência sobre mulheres de 30

Ela perde o frescor juvenil, é verdade. Mas também o ar inseguro de quem ainda não sabe direito o que quer da vida, de si mesma e de um homem. Não sustenta mais aquele ar ingênuo, uma característica sexy da mulher de 20. Só que isso é compensado por outros atributos encantadores que reveste a mulher de 30.

Como se conhece melhor, ela é muito mais autêntica, centrada, certeira no trato consigo mesma e com seu homem. Aos 30, a mulher tem uma relação mais saudável com o próprio corpo , das suas carnes sinuosas, do seu cheiro cítrico. Não briga mais com nada disso. Na verdade, ela quer brigar o menos possível. Está interessada em absorver do mundo o que lhe parecer justo e útil, ignorando o que for feio e baixo - astral. Quer é ser feliz. Se o seu homem não gosta dela do jeito que é, que vá procurar outra. Ela só quer quem a mereça.

Aos 30 anos, a mulher sabe se vestir. Domina a arte de valorizar os pontos fortes e disfarçar o que não interessa mostrar. Sabe escolher sapatos e acessórios, tecidos e decotes, maquiagem e corte de cabelo. Gasta mais porque tem mais dinheiro. Mas, sobretudo, gasta melhor. E tem gestos mais delicados e elegantes.


Aos 30, ela carrega um olhar muito mais matador quando interessa matar. E finge indiferença com muito mais competência quando interessa repelir. Ela não é mais bobinha. Não que fique menos inconstante. Mulher que é mulher,se pudesse, não vestiria duas vezes a mesma roupa nem acordaria dois dias seguidos com o mesmo humor. Mas, aos 30 ela,já sabe lidar melhor com esse aspecto peculiar da sua condição feminina. E poupa (exceto quando não quer) o seu homem desses altos e baixos hormonais que aos 20 a atingiam e quem mais estivesse por perto, irremediavelmente.


Sim, aos 20 a mulher é escolhida. Aos 30, é ela quem escolhe. E não veste mais calcinhas que não lhe favorecem. Só usa lingeries com altíssimo poder de fogo. Também aprende a se perfumar na dose certa, com a fragrância exata.

A mulher de 30, mais do que aos 20, cheira bem, dá gosto de olhar, captura os sentidos, provoca fome. Aos 30, ela é mais natural, sábia e serena. Menos ansiosa, menos estabanada. Até seus dentes parecem mais claros; seus lábios, mais reluzentes; sua saliva, mais potável. E o brilho da pele não é a oleosidade dos 20 anos, mas pura luminosidade.

Aos 20 ela rói as unhas. Aos 30, constrói para si mãos plásticas e perfeitas. Ainda desenvolve um toque ao mesmo tempo firme e suave. Ocorre algo parecido com os pés, que atingem uma exatidão estética insuperável. Acontece alguma coisa também com os cílios, o desenho das sobrancelhas, o jeito de olhar. Fica tudo mais glamouroso, mais sexualmente arguto.

Aos 30, quando ousa, no que quer que seja, a mulher costuma acertar em cheio. No jogo com os homens já aprendeu a atuar no contra - ataque. Quando dá o bote é para liquidar a fatura. Ela sabe dominar seu parceiro sem que ele se sinta dominado. Mostra a sua força na hora certa e de forma sutil.
Não para exibir poder, mas para resolver tudo ao seu favor antes de chegar ao ponto de precisar exibi-lo. Consegue o que pretende sem confrontos inúteis. Sabiamente, goza das prerrogativas da condição feminina sem engolir sapos supostamente decorrentes do fato de ser mulher.

Enviado por: http://www.linkedin.com/in/flaviapinto

O ausente e o presente. O vácuo. E o amor

Presente

Ausente

Vácuo

Assim é a vida de quem ama.

Tudo torna-se um grande vácuo, uma grande presença, uma grande ausência.

Tudo torna-se de difícil compreensão. Mas fácil ao mesmo tempo.

Basta tirar o frio da barriga,

Basta fechar os olhos.

Basta blindar o coração, de todas as formas.

Quem sabe, em dois, três ou quatro dias o sofrimento se acabe.

Ou como fênix, ressurja com forna total.

(AD)

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Flores em casa. Li hoje.

Nunca fui daquelas: "ó meu Deus, ganhei flores e bombons". Ao contrário, sempre pedi para que nunca me dessem. Pois pensava duas coisas, sempre: bombons engordam e flores morrem.

Mudei minha filosofia.

Sim. Mudei. O porquê? Eu sei, mas finjo que não sei...

Não estou com flores roubadas, ou dadas por um amor.

Em minha sala não estão as flores mais caras, mas cobiçadas.

Mas estão as flores que me fazem feliz, ao vê-las. Que não fazem com que eu me sinta tão só, ao admirá-las e ver que, mesmo não amadas por mim, elas estão ali, embelezando minha sala.

E daí, não há como não amar Fernando Pessoa* :

Os poetas místicos são filósofos doentes,
E os filósofos são homens doidos.
Porque os poetas místicos dizem que as flores sentem
E dizem que as pedras têm alma
E que os rios têm êxtases ao luar.

Mas as flores, se sentissem, não eram flores,
Eram gente;
E se as pedras tivessem alma, eram coisas vivas, não eram pedras;
E se os rios tivessem êxtases ao luar,
Os rios seriam homens doentes.


* Extraído do poema Li Hoje